sexta-feira, 4 de abril de 2014

Escola: espaço de aprendizado para todos, sem exceção- Oppitz

Ao idealizar uma escola, não podemos esquecer de registrar alguns detalhes para que esse local também possa estar devidamente preparado para receber a todos, inclusive aos cadeirantes. Ao citar essa condição, logo se imagina uma rampa ou elevador de acesso, no entanto, a inclusão de pessoas com deficiências físicas ou limitações motoras, vai muito além disso, especialmente diante do ambiente escolar.


A inclusão da criança ou o adolescente com deficiência física não pode, de maneira alguma, se resumir a instalação de fontes de acesso. A escola, como lugar de todos, é um espaço especialmente para que todos aprendam, sem exceção. E tal aprendizado inclui toda a cartela de atividades escolares.


É inaceitável um deficiente físico estar fora das atividades de desenvolvimento das habilidades motoras. É preciso que a escola perceba a necessidade do incentivo e da inclusão total, possível, sim, com pequenas adequações de praticagem ou metodologia.


Assim, o movimento de incluir alunos com deficiência física no perfil de escola tradicional regular tem sido cada vez maior e, aos poucos, o sistema educacional tem se adequado a essa demanda, sem perder de vista que a escola o ponto principal das escolas: educar, sem qualquer distinção ou restrição!


Abaixo seguem algumas orientações para que o estudante com deficiência física seja de fato introduzido no contexto escolar.


1-Todos são iguais 
O aluno com deficiência, exceto por auxílios específicos, não deve ser tratado de forma distinta. Caso isso ocorra, será impedimento para que a classe integre o colega cadeirante naturalmente;

2-Pequenas adaptações: grandes resultados
Dificuldades motoras devem exigir adaptações curriculares, especialmente nas aulas de educação física e artes. Essa é a etapa de desconstruir o conceito de competição e trabalhar com a cooperação. É interessante pensar em possibilidades que possam oportunizar a vivencia de todas as atividades, inclusive dos esportes. Por exemplo: jogo de basquete com miscelânea de equipes ou tênis de mesa com adequação da altura estrutura do mezanino;

3-Tecnologia: ferramenta facilitadora
Computadores com softwares específicos e outras ferramentas como ponteiras e recursos de voz que auxiliam pessoas com dificuldades para escrever são direito do aluno que necessita deste recurso (em dúvida, entre em contato com a secretaria de educação de seu município). Produtos tecnológicos como lousas interativas e tablet são opções de solução para auxiliar no processo de aprendizagem. Além de assessorar o deficiente, tornam a aula mais prática, por meio dos vídeos e imagens e menos teórica, resumida apenas a letras e números.

Fonte: Cequipel

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Lousa Digital Oppitz - Maior interação na sala de aula !!!

A lousa digital é como uma tela imensa de um computador. Desta forma, tudo o que se pensar em termos de recursos de um computador, de multimídia, simulação de imagens e navegação na internet é possível com ela. Ou seja, funciona como um computador, mas com uma tela melhor e maior.


 



O professor pode preparar apresentações em programas comuns de computador, como Power Point, por exemplo, e complementar com links de sites. Durante a aula, é possível, enquanto apresenta o conteúdo programado, navegar na internet com os estudantes. Pode ainda criar ou utilizar jogos e atividades interativas, contando com a participação dos alunos, que vão até a lousa e escrevem nela por meio de um teclado virtual - como aqueles de páginas de banco na internet - ou por meio de uma caneta especial , já que a lousa lê ambas as formas.


 

 


domingo, 30 de março de 2014

Ergonomia com Tecnologia - Oppitz

A Ergonomia é uma área do conhecimento que visa transformar os artefatos tecnológicos, adaptando-os às características das pessoas, bem como às características de sua atividade, almejando assim, uma otimização do conforto, da segurança e da eficácia. Seu objetivo é humanizar a tecnologia defendendo a premissa de que esta deve ser adaptada às características das pessoas em articulação com as exigências sócio-técnicas das tarefas realizadas, aos objetivos a serem cumpridos e as condições tecnológicas efetivas que lhes são dadas. Trata-se, portanto de uma abordagem mediadora entre a pessoa e a tecnologia como forma de assegurar que a lógica que guia a ação da pessoa seja contemplada tanto no processo de concepção quanto de reformulação das interfaces em geral.


 

 



A Ergonomia possui como pressuposto epistemológico: o antropocentrismo, e como principal pressuposto metodológico: a Análise da Atividade. Esta Análise considera a conduta humana em situação real, as estratégias operatórias que a pessoa efetivamente utiliza para executar a atividade. Utilizo o termo conduta em detrimento de comportamento porque o conceito de conduta introduz uma noção de “motivos” ou de “intenção”. Dessa forma, trabalhando em uma perspectiva antropocêntrica, a Ergonomia, além de aumentar a produtividade e qualidade, contribui para uma redução da carga de trabalho tanto em seu componente psíquico, que determina as vivências de prazer da pessoa, quanto em seu componente físico, minimizando os esforços biomecânicos e fisiológicos, como também em seu componente cognitivo, diminuindo suas exigências, como a memória, resolução de problemas, processos decisórios, dentre outros.


  


A Análise da Atividade é o fio condutor da intervenção ergonômica. Esta abordagem é centrada sobre o estudo da atividade real de execução da tarefa. Portanto, a Ergonomia não é uma área do conhecimento do objeto, e sim de sua interação. Não existe um estudo ergonômico da cadeira e sim um estudo ergonômico na cadeira. Assim sendo, a presença do ergonomista em situação real de uso de um artefato é um fator determinante. Essa presença constitui a diferença fundamental entre a Ergonomia e outras abordagens. Em poucas palavras, a Ergonomia é uma ciência da interação e da transformação (da tecnologia à pessoa).



fonte :http://e-laboracao.blogspot.com.br/2009/10/sobre-ergonomia-e-tecnologia.html

texto de Sergio Luis dos Santos Lima




sexta-feira, 28 de março de 2014

Inovação para Educação - Oppitz- Grupo Cequipel

Inovar é ter a capacidade de unir de forma consciente a tecnologia, meio ambiente e o mercado. É atender os anseios da sociedade de forma limpa e sustentável, produzindo produtos que não agridam o meio ambiente e que não deixem heranças químicas na natureza, esse é o compromisso da Oppitz Soluções Tecnológicas.


 

 

 



 O foco da Oppitz Soluções Tecnológicas é colocar no mercado produtos inovadores que atendam a demanda de seus consumidores sem agredir o meio ambiente prezando pela sustentabilidade.


 

 

 


terça-feira, 25 de março de 2014

O casamento perfeito? Brasileiro cria mockup unindo iOS 7 e WP 8 Marcelo Marfil combinou as principais características dos sistemas operacionais e o resultado foi surpreendente

O casamento perfeito? Brasileiro cria mockup unindo iOS 7 e WP 8 (Fonte da imagem: Marcelo Marfil)


O resultado foi o trabalho que você confere no início desta notícia. De acordo com o próprio Marfil, que cedeu uma pequena entrevista ao site Mac Magazine, o mockup “combina o que há de melhor nos dois mundosO Windows Phone 8 e o iOS 7 são sistemas operacionais bastante distintos, tanto no que tange a suas inspirações visuais quanto no funcionamento em geral. Contudo, o designer brasileiro Marcelo Marfil resolveu gastar seu fim de semana imaginando qual seria o resultado caso a Apple e a Microsoft resolvessem criar uma parceria e fundir ambos os SOs.

Para o artista, o iOS é o sistema operacional mais avançado da atualidade, mas peca nas opções de personalização e interatividade em sua tela inicial. O Windows Phone, por sua vez, agrada justamente por permitir que o usuário customize sua homescreen da forma que achar melhor, dando maior controle para os conteúdos importantes para cada pessoa.

O casamento perfeito? Brasileiro cria mockup unindo iOS 7 e WP 8 (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Também é interessante notar que Marfil adicionou dois botões ao seu iPhone imaginário. Um deles é uma tecla “Voltar”, semelhante a empregada em aparelhos equipados com Windows Phone. O outro seria um atalho específico para ativar a Siri, famosa assistente pessoal presente no iOS. “A Siri é um recurso importante para a Apple, nada mais justo que trazê-la para o primeiro plano com um botão dedicado, que no mínimo faria as pessoas usarem/conhecerem mais a assistente”, comenta.

Enquanto os tiles pequenos exibiriam apenas ícones e notificações, os médios seriam animados e apresentariam maiores informações sobre o app em específico – como a lista de tarefas de seu calendário, por exemplo. Outro detalhe interessante que Marfil gosta de ressaltar é que as notificações em seu mockup aparecem dentro dos ícones, e não nos clássicos badges vermelhos que conhecemos. E aí, curtiu a ideia?

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/conceito/52716-o-casamento-perfeito-brasileiro-cria-mockup-unindo-ios-7-e-wp-8.htm#ixzz2wyJLEXtI